O escaneamento digital intraoral é a evolução definitiva da moldagem odontológica convencional. Com um scanner de última geração, capturamos a geometria tridimensional completa dos dentes, gengiva e arcadas em poucos minutos — sem silicone, sem desconforto, sem imprecisão e com resultado disponível imediatamente na tela.
Na Forma Odontologia Digital, o escaneamento intraoral é parte do fluxo digital integrado da clínica — alimentando diretamente o planejamento de próteses, alinhadores, implantes, facetas e qualquer tratamento que exija precisão dimensional. Os modelos digitais substituem completamente os modelos de gesso, com muito mais fidelidade e praticidade.
A comparação entre os dois métodos deixa claro por que o escaneamento digital é o padrão da odontologia moderna:
O escaneamento intraoral é um dos procedimentos mais rápidos e confortáveis da odontologia digital — e um dos mais importantes para a qualidade do resultado final.
Higiene bucal prévia e secagem leve das superfícies para otimizar a captação de imagens pelo scanner.
Scanner intraoral percorre os dentes capturando milhares de imagens por segundo, montando o modelo 3D em tempo real na tela.
Modelo 3D exibido ao paciente para visualização dos dentes, identificação de pontos de atenção e entendimento do plano de tratamento.
Arquivo digital enviado ao laboratório ou ao sistema CAD/CAM da clínica para confecção da peça protética, alinhadores ou guias cirúrgicos.
O escaneamento de uma arcada completa dura entre 3 e 5 minutos. Para escanear as duas arcadas e o registro de mordida, o procedimento total raramente ultrapassa 15 minutos. É significativamente mais rápido do que uma moldagem convencional — que inclui o tempo de manipulação do material, espera de presa e remoção da moldeira — além de muito mais confortável.
Em praticamente todos os casos clínicos, sim. A tecnologia de escaneamento intraoral atual tem precisão comprovada para próteses, alinhadores, implantes e todos os principais tratamentos restauradores e estéticos. Existem situações muito específicas — como alguns casos de prótese total ou pacientes com anatomia muito particular — em que a moldagem convencional pode complementar o digital, mas são exceções cada vez mais raras.
É mais preciso. Estudos clínicos demonstram que os modelos digitais obtidos por escaneamento intraoral apresentam margem de erro menor do que os modelos de gesso obtidos por moldagem convencional — que acumulam imprecisões em cada etapa do processo (moldagem, vazamento, manuseio). Além disso, o modelo digital não se deteriora com o tempo, pode ser duplicado infinitas vezes sem perda de qualidade e é acessado instantaneamente de qualquer lugar.
Sim. O arquivo do escaneamento fica registrado no seu prontuário digital na Forma e pode ser compartilhado com outros profissionais de sua escolha — seja para uma segunda opinião, para continuar o tratamento em outra cidade ou para qualquer necessidade clínica. Basta solicitar à nossa equipe e enviamos o arquivo no formato adequado.
